Um despertar de prazer

Ela despertou tarde da manhã explodindo de tesão.

Como sempre, estava deitada com a barriga pra cima. Olhou para o lado. Ninguém.

Rapidamente virou o corpo para a esquerda a fim de alcançar o consolo que fica estrategicamente guardado na primeira gaveta do criado-mudo.

Com o movimento, o braço direito roçou no seio direito. A fina camisola de microfibra não conseguiu evitar que ela sentisse que o bico já estava durinho e implorando para ser tocado.

Desistiu na hora de pegar o brinquedo.

Meio dormindo, meio acordada, conduziu a mão pelo decote em V da camisola e começou a se acariciar.

Primeiro, com leves carícias com a ponta dos dedos por todo o peito. As manobras foram se concentrando nos bicos  e ficando mais vigorosas à medida que sua respiração acelerava.

Beliscões, puxadinhas, esfregadas de dedos… Volta e meia uma das mãos ia à boca para ser molhada e tornar a carícia ainda mais deliciosa.

Já se contorcendo de tesão, sentiu que era o momento de explorar onde realmente interessa.

A excitação era tamanha, que ela podia sentir seu melzinho escorrendo pelas pernas.

Enquanto uma das mãos mantinha as carícias nos seios, a outra começou a passear por sua bubu.

– Ai, que delícia…

Ela adora se sentir nesse estado. Atingir tão facilmente e com tão pouco esforço nível tal de excitação faz com que ela se sinta A MULHER. Poderosa. Potente. Sexy. Única.

Já não se aguentando de apenas tocar sua zona erógena mais potente, virou com a barriga para a cama para iniciar sua manobra master de prazer.

É assim, de costas, que ela mais gosta de ser comida.

É assim, de costas, que ela mais gosta de se foder.

Enquanto seu dedão estimulava o clitóris em movimentos ora circulares, ora ascendentes, seu dedo indicador penetrava a sua grutinha.

Passado menos de um minuto, ela já estava urrando de prazer.

A velocidade aumentou. O número de dedos a fazer o gostoso vai-e-vem também.

Seus olhos, revirados, já não conseguiam enxergar mais nada além do gozo que estava por vir.

Ofegante, precisou de pouquíssimo tempo para chegar lá.

Um grito, seguido por um aliviante suspiro, selou aquele orgasmo maravilhoso.

LEIA TAMBÉM NOSSOS POSTS:

Explorando a bundinha alheia

Síndrome de coelhinha

Cãimbra de chupar pau

Gangorra do amor

Deixe um comentário

Ainda sem comentários.

Comments RSS TrackBack Identifier URI

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s