Rude prazer

Ela é a típica “Patricinha”. Graduada e pós-graduada no exterior, aos 30 anos ainda vive à custa do papai. Duas vezes por semana faz de conta que trabalha, quando vai pela manhã à empresa da família “prestar consultoria” na área de internacionalização.

A mesada polpuda que recebe permite que sua vida se resuma a compras e baladas. Além, é claro, de cuidar de si.

Vaidosa, não fica um dia sequer sem ir à academia e gasta tubos de dinheiro com dermatologistas, massagistas, esteticistas  e cremes dos mais caros para manter-se perfeita.

O resultado é visível.

Do tipo “mignon”, esta loura de cabelos longos e cacheados não tem um milímetro de nada fora do lugar.

Os seios, de tamanho médio e empinados, ornam com a barriga sequinha.

A bunda dura e sem um furinho de celulite disputa com as coxas grossas e marcadas de tanta musculação a atenção de quem a vê andar por aí.

Não é à toa que ela se tornou objeto de desejo de dez em cada dez riquinhos com quem ela convive. Por ser difícil, se tornou ainda mais disputada e desejada. O que ninguém entende é porque a moça não dá mole pra ninguém.

A verdade é que eles não sabem que estão longe de despertar a libido da gata. Apesar de todo o luxo que cerca a vida dela, ela gosta mesmo é de homens rudes. Quanto mais xucro, melhor.

Há alguns meses ela anda alucinada por um cara em especial.

Todos os dias, ao caminhar até a academia com seu shortinho curto e blusa colada ao corpo, ela troca olhares lascivos com ele sempre no mesmo horário.

Mas nunca trocaram uma palavra sequer.

Moreno queimadísssimo do sol, ele consegue tirar a respiração da moça.

Barba mal feita e cabelos curtos combinam perfeitamente com os músculos saltados e marcados nos braços, peitoral, costas e barriga. Para completar, um cigarro, que sempre está no canto daquela boca carnuda que combina perfeitamente com aquele rosto de linhas duras e másculas.

É óbvio que quando ela passa, a obra em que ele trabalha literalmente para. É a hora do ‘recreio’ da rapaziada, em que eles olham para aquele pedaço de carne com a mesma vontade miram a única refeição do dia.

Mas é só para aquele moreno que ela tem olhos.

Será que é porque ele é um dos únicos que não param para admirá-la desfilando pela calçada?

§§§§§

Sem que ela soubesse, naquela quinta-feira essa história mudaria para sempre.

Na ida à academia, passou pela obra e ouviu toda sorte de elogios.

Mas, naquele dia, aquilo tudo não lhe fez bem ao ego, porque ela não viu o seu moreno.

O desencontro lhe causou um desconforto enorme, que culminou como uma pontada na barriga de tanta decepção. É que ela sabia que só no dia seguinte poderia revê-lo, já que o expediente dos peões termina antes dela voltar da malhação.

De tanta raiva, pegou mais pesado do que o normal na ginástica e correu por uma hora a mais para esquecer aquele tesão reprimido.

A estratégia surtiu efeito. Mais leve e calma, tomou seu banho, vestiu uma de suas sainhas com blusa sem sutiã, colocou seu iPod e ganhou as ruas caminhando tranquilamente de volta pra casa.

Estava tão distraída que nem percebeu que já estava passando pelo local de trabalho do seu objeto de desejo quando foi puxada.

Ao se dar por si, já estava do lado de dentro da obra, com uma mão calejada tampando-lhe a boca.

Em uma fração de segundos, tentou se desvencilhar.

Mas ao sentir a respiração ofegante perto de sua orelha, aquele peitoral másculo contra suas costas e o volume nas calças de seu raptor, um arrepio delicioso rapidamente percorreu todo o seu corpo.

“Psiiiiu. Caaaalma. Não vou fazer nada que você não queira, princesa”.

Era ele. Ela sabia.

Na hora, ela tentou se virar para finalmente colar seus lábios naquela boca deliciosa com a qual tanto sonhara. Mas ele não deixou.

Ainda de costas e com o corpo grudado ao dele, ela pode sentir um arrepio percorrer todo o seu corpo quando ele enfiou sua mão áspera por dentro de sua blusa.

Rapidamente começou a acariciar os seios dela. Aquela pele grossa roçando contra áreas tão delicadas de seu corpo a deixava ainda mais maluca de tanta excitação.

Com a respiração ofegante e os olhos virando de prazer, ela soltou um urro de tesão quando de ímpeto ele enfiou a outra mão dentro de sua calcinha.

“Já está encharcada, né, sua vagabunda. ”

“Me fode com força, me come com vontade, seu tesudo.”

“Cala a boca. Quem manda nesta porra sou eu.”

Com força, ele a virou e finalmente puderam se ver.

Sem cerimônia, ele abriu o zíper da calça jeans surrada e tirou para fora aquele pau gigantesco.

Grosso e grande.

“Meu Deus, você vai me arregaçar”, ela disse, visivelmente assustada.

“Hahaha “.

Mal terminou a gargalhada, ele empurrou com força a cabeça dela para baixo, fazendo-a cair de joelhos naquele chão de terra batida.

Antes que ela tivesse tempo de soltar um grito de dor, ele calou rapidamente a boca dela com aquela pica maravilhosa.

E ela chupou com vontade. Por várias vezes chegou a engasgar e sentir ânsia de tão grande que era o pau daquele pedreiro.

E ele não se saciava.

Ela lambeu, chupou, sugou…Primeiro o pau, depois as bolas, depois o pau…

À medida que ela variava a intensidade e a velocidade da chupeta, podia sentir a pica dele endurecendo cada vez mais.

Quando o pau estava latejando e quase explodindo de tanto prazer, ele a puxou pelos cabelos e a colocou de pé.

Habilmente arrancou sua calcinha e a deixou só com a microsaia com a qual havia saído da academia.

De uma vez só, a ergueu como se fosse pegá-la no colo e encaixou seu pau na bubu dela.

Instintivamente, ela prendeu suas pernas ao redor da cintura dele, enquanto ele a segurava pela cintura.

A penetração foi tão profunda, mas tão profunda, que os dois soltaram juntos um grito de prazer.

Por alguns instantes, ficaram assim, paralisados.

Depois, começaram um vai-e-vem alucinante.

Só um homem forte e másculo como ele seria capaz de mover uma mulher no ar com tanta segurança e de forma tão deliciosa.

Ela estava morrendo de prazer.

“Levanta essa sua blusa que eu quero mamar nos seus peitinhos enquanto como sua xana, sua gostosa.”

Ela obedeceu e, pela primeira vez desde que aquela loucura havia começado, ela olhou ao redor.

Estava escuro, não tinha mais ninguém na obra, mas ela podia ver ao redor as luzes dos prédios que cercavam aquele terreno vazio.

Imaginar que alguém lá de cima poderia estar flagrando aquela cena tão animalesca a deixou ainda mais louca de tesão.

Como ela adora isso tudo.

A situação era tão perfeita que ela custava a crer que estava de fato acontecendo.

Sem parar de meter, ele passou a enfiar sua língua na orelha dela.

Aquela barba rústica contra a sua pele delicada lhe dava uma sensação entorpecedora.

Quando ele estava próximo de chegar ao ápice, ela estava tão excitada que seu líquido escorria pelas pernas dele.

Sem se agüentar mais, ele puxou os cabelos dela com uma das mãos e fincou seus dentes no pescoço dela.

Era o que faltava pra ela soltar seu último grito, num misto de prazer por chegar ao orgasmo junto com aquele animal, e dor, pela mordida recebida.

Ficaram grudados por alguns minutos, até que o pau dele começou a murchar dentro dela.

Sem falar nada, ele a colocou no chão, limpou com suas mãos o pau melado de tanta porra e saiu daquele canteiro de obras, sem ollhar para trás.

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