Pica de mel…

Já era tarde da noite de sábado. Ela correu para o banheiro, entrou no chuveiro e dez minutos depois estava esperta. Botou um jeans justo, um top, uma bota de salto alto, um bom perfume, maquiagem e olhou no espelho: gostou do que viu. “É hoje”, pensou.

Passou a chave na porta. Foi pra night de São Paulo. Não demorou muito e já estava na boate. Música eletrônica, gente bonita.

– Uma vodka e um red bull, por favor!

Pegou o drink e seguiu para a pista. A música estava bombando. Muitos gatos. Mas nada comparado a Ele. Desviou o pensamento. O cara que ia encontrá-la na boate estava atrasado, então ela se jogou sozinha na pista.

Cada passo era uma cantada.

– Olá, você sabe como se brinda na Estônia? – questionou um louro com cara de gringo levantando o copo.

Ela sorriu e continuou andando.

– Nossa, você é a morena dos meus sonhos. Não adianta fugir, não vou sair do seu pé – disse um outro, tentando puxá-la pelo braço.

– Ei, esse é meu amigo sueco, você não quer conhecê-lo? – perguntou um japa, coreano, ou algo assim, apontando para o colega alto e bonitão.

– Qual o seu nome?

– Você está com o namorado ou é casada?

– Conversa um pouco comigo…

Escorregadia como um sabonete ela se desvecilhava dos supostos predadores. Arranjou um espaço para dançar. Mas quando se dava conta, novamente estava rodeada de rapazes, todos esperando só uma chance para pegar na cintura dela e arriscar um beijo.

Ela se sentia comida com os olhos. Os olhares deles penetravam por sua roupa e chegavam até seu corpo. Ela desviava o olhar, para evitar que um deles se aproximasse e puxasse conversa, pois tinha um objetivo.

Já um pouco embriagada caminhou até o bar e pegou mais um drink. Voltou para a pista. Praticamente virou a bebida e se pôs a dançar loucamente.

De repente, sentiu um braço e uma mão em sua cintura, que a apertou com força. Quando ia tentar se livrar daquela pegada, sentiu o perfume, e a pica já dura ralando em seu bumbum. Era Ele!

Um arrepio percorreu sua espinha e um beijo quente invadiu seu pescoço. Tesão! Ela se virou e tascou um beijo na boca do moço, que imediatamente pegou a mão dela e a enfiou por baixo da camisa.

O pau já saltava pra fora da calça. Ela o apertou, louca para senti-lo no meio das suas pernas. Os dois se atracaram na pista, como se não houvesse mais ninguém naquele lugar. Para eles não havia mesmo.

Ele a arrastou até um canto e a enconstou na parede. Ela roçava no pau do cara, que já estava enorme. Lenvantando e agachando, como se estivesse dançando, aproveitava para dar umas lambidinhas naquela pica gostosa. Ele, por sua vez, esticava os dedos para alcançar, por baixo do jeans, a bubu molhada da moça.

Ele então sussurrou no ouvido dela: vamos sair daqui!

Sem responder, ela o pegou pela mão e caminharam até o caixa. Pagaram a conta e caíram fora. No percurso, poucas palavras e muitos amassos. Não via a hora de estar só com ele. Chegaram. Ele entrou e foi arrancando a roupa. Em dois minutos o gostosão já estava nu, com a pica de mel à vista.

Ela parou por alguns segundos para observar aqueles braços sarados, barriga tanquinho, peitoral delicioso. Cheiroso! Ele, massageando o pau, a olhava com um sorriso safado no rosto.

– Vem cá.

O gostosão a puxou para junto do seu corpo. Ela ajoelhou e colocou a bubu na boca do rapaz, que a chupava com gosto ao mesmo tempo em que apertava os peitos dela. Ela sentia a língua quente dele…

– Aiiii…. gostooooso… não para – ela sussurrava, ofegante.

Ela esticou os braços e alcançou o pau do rapaz. Latejante!

– Eu quero isso – sussurrou.

Ele botou a camisinha e foi pra cima dela, no tradicional papai e mamãe. Metia com força, enquanto chupava os bicos dos peitos dela, que se contorcia de prazer e dizia: não para, não para, não para… enquanto gozava.

Ele a pegou pela cintura, a colocou de quatro e meteu com tudo na bubu quente dela.

– Aiiiiiiii… tá bom demais.

– Tá gostando desse pau, tá? – ele sussurrava.

– Sim, sim, sim – ela murmurava.

Ele metia e a beijava no pescoço, nas costas, se esforçando para segurar o gozo e prolongar o prazer.

Os dois corpos já estavam encharcados de suor. As mãos deslizavam por toda parte.

Mais uma vez ele a virou. Ela sentou sobre a pica dele, subindo e descendo até quase a cabecinha escapar. Enquanto se deleitava com aquele pau, tinha uma visão maravilhosa do peitoral e do rosto do rapaz. Então sentava até o fim, sentindo toda a pica dentro dela. Ao mesmo tempo mordiscava o pescoço e beijava a boca safada dele.

Quando percebeu que ele estava quase gozando, acelerou o movimento, rebolando ainda mais. Ele soltou um urro de gozo… ela o acompanhou!!! O coração dele batia forte e ela respirava ofegante. Ficaram abraçados, em silêncio. Ele adormeceu.

Já era de manhã. Ela olhou pela janela e estava o maior sol. Voltou para a cama e dormiu novamente. Acordaram no meio da tarde. Ela deu algumas mordidinhas no pescoço e na barriga do rapaz. O pau dele endureceu. Recomeçaram…

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1 Comentário

  1. Nossa… gostei! Me senti na cena!


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