Foda de escritório

Já fazia cinco meses que eles estavam separados, depois de quase três anos de namoro.

Ela já havia, inclusive, arranjado outro namorado. Mas ele, que não se conformava com o rompimento, ainda tinha esperanças de retomar a relação.

Trabalhavam juntos na faculdade e, numa fatídica semana, foram destacados pela coordenação do curso para entregar um projeto importante e trabalhoso que teriam de desenvolver juntos. Tinham uma semana para conclui-lo.

Quanto mais o tempo passava, mais eles viam o quanto ainda havia por fazer.  E mais horas-extras dedicavam ao projeto, o que os levava a sair cada dia mais tarde do trabalho.

O clima foi mudando conforme os dias iam se passando. A pressão, o stress e o desejo de terminar logo aquela tarefa estavam funcionando como uma espécie de força atrativa, que aos poucos foi reaproximando os dois.

Primeiro renasceram as trocas de olhares. Tímidas. Depois, os sorrisos. Mais atrevidos.  Não demorou nada pra ela voltar a se debruçar sobre ele quanto este revisava o trecho do trabalho que ela havia terminado de finalizar. Também não precisou de muito pra ele voltar a roçar os ombros ou mesmo a cabeça nos seios dela, enquanto fazia seu trabalho.

Mas foi na sexta-feira, prazo final para entrega do projeto, as coisas esquentaram de vez.

Passava da 23h quando eles finalmente terminaram. A faculdade, como era de se esperar, já estava às moscas. Depois de enviar o material por e-mail para a coordenação do curso e entregar na diretoria as cópias que haviam sido solicitadas, os dois voltaram para fechar a sala do escritório.

Aquela rotina, que foi comum a ambos por tanto tempo, de repente gerou um certo incômodo aos dois. O silêncio era cortante. O clima estava pesado, cheio de tensão.

Ela entrou e foi direto em direção à janela, para travar a tranca e fechar a cortina. Ele, sem que ela percebesse, encostou a porta e seguiu em sua direção.

Quando ela virou, já não tinha como fugir. Ele já estava praticamente em cima dela. Institivamente, começaram a se beijar. Com agressividade surgida da mistura do desejo que um ainda sentia pelo outro com a mágoa dele pelo término do relacionamento.

A perspectiva de estarem na faculdade, local em que estudavam e trabalhavam, deixou-os ainda mais loucos de tesão. O risco iminente de um segurança, professor ou mesmo aluno entrar porta a dentro funcionou como um fantástico afrodisíaco.

Ele a segurou com muita força pelos braços, meio que para dizer que ainda era seu dono. Sem deixar de beijá-la, puxou firmemente seus cabelos para trás, deixando totalmente livre as orelhas e o pescoço. Começou a chupar e morder com vigor.

Ela, já ofegante, sentia que estava mais do que pronta para o sexo.

De repente, ele abriu o zíper da calça e tirou o pau para fora. Estava tão duro que dava para enxergar as veias latejando. Com violência,  colocou-a de joelhos e forçou a cabeça dela na direção de sua pica.

Ela, sem pestanejar, começou a chupá-lo. Segurando-a ainda pelos cabelos, ele ditava o ritmo do vai-e-vem que ela fazia com a boca,  que era pequena para abrigar uma pica tão grande e grossa. Ela não tinha controle nenhum sobre o que estava acontecendo. Por três vezes chegou a engasgar.

As estocadas estavam cada vez mais intensas. Ele já não conseguia segurá-la com tanta força. Estava se entregando aos deleites do prazer.

Ao sentir uma gota de porra, ela pensou que aquela loucura toda estava prestes a acabar, sem que ela tivesse aproveitado como gostaria.

“Não, não vou deixar que termine assim”, pensou.

Aproveitando-se da fraqueza dele, que estava prestes a explodir de prazer, ela o empurrou para o chão, habilmente afastou a calcinha para o lado e montou com tudo naquele pau delicioso.

Rápida, conseguiu tapar a boca dele com sua mão e abafar o urro de tesão que ele soltou quando ela engoliu o pau com sua bubu quente e úmida.

Esperta, deixou o pau dele se acalmar alguns minutos dentro dela, para não correr o risco de um gozo prematuro.

Enquanto isso, aproveitou para beijar a boca daquele macho que a conhecia tão bem.

Quando sentiu que a respiração dele estava mais calma, subiu o quadril lentamente, pra sentir cada centímetro de pica saindo de dentro dela.

Ao perceber que a cabecinha estava quase fora, sentou com tudo , até o fim,  e passou a rebolar. Ao mexer o quadril de forma circular, ela esfregava na barriga dele o seu botãozinho de prazer.

Ela não conseguiu persistir por muito tempo fazendo isso, porque a cada descida e rebolada, ficava ainda mais louca de tesão.

Prevendo que o gozo estava chegando para os dois, ela se inclinou em direção ao corpo dele e acelerou a velocidade da meteção.

Alcançou  a orelha dele com a língua e conseguiu, de quebra, um ângulo perfeito de penetração.

Ela sentia o pinto no fundo do útero  e o clitóris inchando por causa do atrito da bubu com a barriga lisinha dele.

Cada vez mais rápido, cada vez mais forte e cada vez mais intenso.

Bastaram poucos minutos para que eles, não se aguentando mais, gozassem juntos ali, no chão de onde trabalhavam. Uma foda de escritório.

Mal deu tempo de respirarem após o gozo, ouviram passos no corredor.

Rapidamente levantaram e se separaram. Quando a porta abriu, ela estava desligando um computador. Ele, tirando documentos da copiadora.

– Está tudo bem aí?, perguntou o segurança.

– Sim, claro. Já estamos arrumando tudo para ir embora.

– Duro fazer hora-extra de sexta-feira, né… Deixa eu ajudar vocês arrumarem o que falta pra irmos embora logo.

Como se nada tivesse acontecido, fecharam as portas e seguiram cada um para o seu lado.

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