Desconhecido gozo novo

Era tarde. Ela acabara de chegar para mais uma noite de curtição.

Sozinha. Nunca precisou de companhia para aproveitar o que a vida tem de melhor.

Ao entrar na boate, deu de cara com um moreno maravilhoso, de 1,90 de altura.

Forte, másculo e com olhar penetrante, que a despiu logo na primeira vez que a viu.

Sentindo o peso de seu olhar sob seus ombros, ela resolveu pegar um drink.

Ele, impávido, continuou a segui-la à distância. Apenas com o olhar.

Alguns minutos depois, mais leve com o efeito do álcool, ela começa a se soltar na pista.

A música ia aumentando, o ritmo se acelerando e ela flutuava no meio do salão.

Sexy, sedutora, feminina.

Seu gingado e rebolado a tornava ainda mais atraente. Não havia um homem sequer que conseguisse passar incólume por ela.

Chega o primeiro. Chega o segundo. Chega o terceiro. Ela dispensa todos. Não quer qualquer um; já havia escolhido a sua presa.

Eis que reaparece o moreno. Praticamente um deus. Ela olhava pra ele e só conseguia imaginar o prazer que ‘aquilo’ tudo iria lhe proporcionar.

A essa altura da noite, ela não quer mais perder tempo.

Aproxima-se dele, encarando-o descaradamente, e começa a se insinuar, numa dança arrebatadora.

Ele sorri safadamente pelo canto dos lábios, se aproxima dela gingando, rapidamente passa a mão sobre a cintura dela e a puxa com força para perto de si.

Sem apresentações. Não é preciso. Os corpos já se mostram compatíveis, num encaixe e balanço que começa a despertar a libido de quem os observa na balada.

Dançam colados por minutos que passam como horas. Peito com peito. Abdômen com abdômen. Coxa com coxa. Quadril com quadril.

Pura luxúria. Puro tesão.

Sem perder o ritmo, ele começa a provocar ainda mais a sua parceira de dança. Começa a passear sua boca pelo pescoço da moça.

Do pescoço para a orelha, da orelha para a boca, da boca para o cangote, num vai e vem sem fim.

Ela não deixa barato. Começa a se esfregar ainda mais no rapaz, num sobe e desce incandescente.

Ainda que de forma inconsciente, ele retribui. O volume em sua calça cresce à medida que ela vai enlouquecendo.

Ele, safado, gira rapidamente os corpos e a conduz do meio da pista para uma parede. A partir daí, tudo passa a acontecer num canto da boate, no lugar mais escuro e ao fundo do salão.

Ele a pressiona contra a parede. Ela fica ofegante ao perceber que será dominada.

Ele usa sua coxa para afastar as pernas dela.

A saia, que já era curta, sobe ainda mais.

Ele não quer dividi-la com mais ninguém. Rapidamente projeta todo o seu corpo para cima dela e a esconde sob seus 1,90m.

Sem nenhuma cerimônia, conduz seu dedo para a grutinha dela.

Solta um urro de prazer, ao constatar que ela não estava molhada, mas sim encharcada de tanto tesão.

Com maestria, começa a boliná-la. Enquanto sua boca e língua passeiam se revezam entre boca, pescoço e orelha dela, o dedo ora massageia o clitóris, ora começa um vai-e-vem delicioso na bubu dela.

Ela não se aguenta mais e goza loucamente pela primeira vez naquela noite. O grito que solta é abafado pela batida da música que rola solta na balada.

Na tentativa de retribuir o gozo, ela tenta abrir o zíper do moreno. Ele a impede. Após uma mordidinha sexy em sua orelha, diz que a hora dele ainda não chegou.

Sério, abre dois botões da camisa dela. Os seios, que antes se mostravam discretos, saltam para fora da blusa.

Sem cerimônia, ele enfia a mão lá dentro e começa a acariciar o bico de um de seus seios. Depois, do outro. E do outro, e dos dois ao mesmo tempo…

Em alguns minutos, começa a beijá-los e a chupá-los.

Ela, que nem se recuperara ainda do orgasmo maravilhoso que ele lhe proporcionou apenas com o dedo, começa a se contorcer novamente.

O medo de ser flagrada por alguém a fez ficar ainda mais excitada. Mas o tesão impedia que ela pensasse em qualquer coisa que fosse.

Ali não havia razão. Apenas curtição.

Ela sussurra no ouvido dele que também quer mamar nele. Ele suspira na orelha dela e diz que a hora está chegando, mas ainda há outras coisas a fazer antes.

Com a língua na orelha dela e uma mão num dos peitos da moça, ele desce a outra para aonde realmente interessa.

De uma vez, enfia um dedo na bubu e o outro no cuzinho dela. Ela grita. De dor e prazer.

Ele aguarda alguns segundos para ela se acostumar com o visitante e recomeça o vai-e-vem delicioso.

Em pouquíssimo tempo, ela goza novamente.

Nessa hora, ele diz apenas:

– Me siga.

Foram as primeiras palavras que eles trocaram naquela noite.

Ele se afasta dela e começa a rumar para o lado oposto de onde estavam encostados.

Ela, ainda tonta com aquilo tudo, apertou os olhos para conseguir enxergá-lo e rapidamente saiu atrás daquele macho sedutor.

Ele trocou algumas palavras com um segurança que estava naquele canto da balada.

Depois de colocar algo no bolso do homem, este lhe abriu uma porta que ela nem sequer havia notado a existência.

Mal ela havia transposto a porta, ele a agarra com força e arranca sua blusa. Cai de boca nos seus peitos, que já estão durinhos de tanta excitação.

Ela finalmente entende o que está acontecendo. Ele subornou o segurança para que ele liberasse acesso ao depósito da boate.

Não agüentando mais de tesão, o moreno desce suas calças e puxa a cabeça dela para o pau dele.

Duro. Grande. Lindo.

Ela começa a chupá-lo com vontade. Várias vezes engasga, de tão grande que é a vara.

Enquanto o tem dentro de sua boca, aproveita para acariciar as bolas dele.

Sem parar de sugar aquela pica deliciosa, ela toca na pelinha macia e delicada que separa saco do cuzinho do morenão.

Ele urra e se contorce de prazer.

Sem pestanejar, levanta a mulher com rapidez e a vira de costas, para que ela se apoie sobre uma pilha de caixas de cerveja.

Mal ela se acomoda, ele começa a estocar com força.

A excitação dela é tamanha, que o melzinho dela escorre pelas pernas.

Ele, enlouquecido, começa a beliscar deliciosamente o bico dos seios dela.

Ela, já maluca de tesão, começa a rebolar naquele pau delicioso.

Ele avisa que está quase lá, mas que antes disso tem mais uma surpresinha.

Diminui a velocidade das estocadas e começa a acariciar o rabinho dela.

Para lubrificá-lo, passa os dedos pelas pernas dela, por onde escorria parte do melzinho que ela produziu.

Enfiou um dedo, depois dois, depois três. Isso tudo sem parar um segundo sequer de estocar aquele pau duro e gostoso na bubu dela.

O ritmo voltou a se acelerar.

Os corpos, suados, estavam próximos do êxtase.

Quando ela começa a gozar, ele tira o pau de dentro da bubu e enfia com tudo no cuzinho dela.

Ela grita e o vai-e-vem continua. Enquanto a come gostoso, leva uma de suas mãos para o clitóris dela.

Ela começa a gozar de novo. Ele, também gritando, enche o rabinho dela de porra.

Ambos se levantam, se recompõem e se despedem com um simples tchau.

Ela, feliz, vai embora da boate, sabendo como é o gosto de gozar com um desconhecido.

LEIA TAMBÉM NOSSOS POSTS:

As benesses do narigão

A seco…não dáaaaaa!

Orgasmo: só namorando?

Louca pra dar

1 Comentário

  1. Me deliciei com esse conto que fiquei toda molhadinhaa…
    Tive ate q me masturbar


Comments RSS TrackBack Identifier URI

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s