Alta vontagem no trilho


Ela estava alucinada. Precisava de sexo. O quanto antes. De qualquer jeito.

Com o coração acelerado, saiu do trabalho.

Como que no piloto automático, caminhou até o metrô.

Sem pensar em nada.

Sem ver nada, além, é claro, dos homens com quem cruzava.

Seus instintos estavam aguçados.

Media milimetricamente cada macho.

Era capaz de despi-los só com o olhar.

Eles percebiam. E retribuiam.

“Não, esse não. Nem esse. Humm, talvez esse”, ela pensava.

Mas o fato é que nenhum, até então, havia de fato lhe chamado a atenção.

Desceu as escadas. Entrou no primeiro vagão que, por já ser tarde, estava praticamente vazio.

Distraída, começou a pensar nas últimas transas que tivera.

De olhos semi-cerrados, sorria safadamente, com a imaginação voando solta.

Foi quando percebeu que estava sendo observada.

“De onde surgiu esse monumento?”, pensou, ao perceber aquele gato que agora estava sentado à sua frente.

Os olhares se cruzaram.

Ela sorriu, num misto de timidez e safadeza.

Ele adorou, e retribuiu.

Sem dizer uma palavra, ele levantou-se.

“Que corpo. Que abdômen. Que pernas”, pensou ela.

Rapidamente, ele sentou-se ao seu lado, puxou a cabeça para perto e deu-lhe um beijo molhado e sensual.

Sem descolar seus lábios dos dela, projetou seu tronco para cima do dela, cobrindo-a por inteiro.

Sua mão esquerda segurava a cabeça dela contra a dele, dando margem para que a mão direita safadamente começasse a passear sobre o corpo dela, sem que ninguém notasse.

Primeiro no pescoço.

Depois nos seios.

E finalmente começou a roçar a bubu.

Ela gemeu de prazer.

Com aquele toque, ela, que já estava transtornada de prazer, sentiu sua calcinha molhar por completo.

“De onde surgiu essa maravilha de homem?”, pensava.

Instintivamente, a mão dela se endereçou para o pau daquele desconhecido.

Parecia enorme. Estava duro como uma tora.

Distraída com sua descoberta, ela se assustou e quase deu um grito quando ele, sem nenhuma cerimônia, enfiou a mão pela saia dela, alcançando seu botãozinho de prazer.

“Psiuuuuu”, foi a única coisa que ela ouviu sair daquela boca carnuda que a estava deixando louca de prazer.

De repente, o trem parou. Era a estação final.

Conduzindo-a pela mão, saíram do vagão.

Não havia praticamente ninguém na estação.

A passos largos ele caminhava e quase a arrastava.

Subiu um lance de escadas, outro, e pegou um corredor no sentido oposto ao da saída.

De repente, a puxou para um vão.

O tesão que ela sentia era tamanho que mal conseguia raciocinar sobre o que estava fazendo.

Só estava agindo. Puro instinto.

Ali, no meio da estação, protegidos apenas por uma reentrância de paredes, recomeçaram os beijos.

“Entregue sua calcinha pra mim?”, pediu.

Ela, sapeca, levantou a saia, e vagarosamente arrancou aquela tanguinha preta que estava o dia inteiro roçando em suas partes mais sensíveis.

Pegou a peça e colocou dentro do bolso de trás da calça do gato.

“Mostra seu pau pra mim?”, devolveu.

Mas ele não atendeu o pedido dela.

Mais do que rapidamente, ele a virou contra a parede, puxou seu quadril para cima, e começou a enfiar seu dedo na sua bubu.

Sentindo que ela estava mais do que pronta para o coito, meteu com tudo o seu pau, que foi totalmente engolido por aquela mulher gulosa.

Ela gemeu alto.

Ele, cauteloso, tapou sua boca com uma das mãos, enquanto a outra enlaçava sua cintura para mantê-la bem perto de si.

E retomou as estocadas, cada vez mais forte, cada vez mais rápido.

Aquela situação estava alucinante para ambos.

Transar com um desconhecido no meio de uma estação de metrô, sob o risco de serem pegos a qualquer instante, estava demais para ambos.

Não demorou muito para que ela gozasse.

Ao sentir aquela bubu quente agarrar seu pau durante o orgasmo, ele também não resistiu e encheu aquela desconhecida com sua porra.

Arrumaram-se rapidamente e saíram daquele bequinho, como se nada tivesse acontecido.

Ao deixar a estação, despediram-se com um formal “boa noite” e cada um seguiu para uma direção da rua.

Satisfeitos. Leves. Depois de uma transa de alta voltagem nos trilhos.

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