Adoro pagar a língua…

Se tem uma coisa que eu adoro é quando escrevo algo no blog e acabo pagando a língua.

Não é que dessa vez aconteceu em tempo recorde?

No post desta manha reclamei que há tempos não esbarrava com um macho pegador, daqueles que te jogam contra a parede, te chamam de ‘minha qualquer coisa’ e te fazem mulher.

E não é que acabo de ser abordada por um desses?!?

Sai pra almoçar sozinha. Quando estava pesando o meu prato no restaurante a quilo, percebi que estava sendo insistentemente observada (pra não dizer que estava sendo comida com os olhos do gato, que era tudo de bom).

Coincidência ou não, a única mesa vazia no restaurante ficava bem atrás da que o bonitão estava sentado com um outro cara.

Óbvio que foi lá que eu me encostei.

E quer saber o que aconteceu?

Em menos de 5 minutos, ele virou 3 vezes pra me olhar. Tão logo terminou sua refeição, se despediu do companheiro e veio em minha direção.

“Não consegui tirar os olhos de você desde que te vi na balança. Que tal você me dar o seu telefone pra gente se encontrar e ver todo o resto?”

Isso que eu chamo de ir direto ao ponto.

Não é incríiiivel?

Tudo muito claro e honesto.

Por que raios os homens têm tanto medo de agir assim?

O máximo que pode acontecer é sair com um ‘não’.

Agora, convenhamos, que mal tem ouvir uma negativa? Esse é o ônus do sucesso, moçada!

Como já dizia o velho ditado, quem não arrisca, não petisca.

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5 comentários

  1. Mas e aí, Donna: ele ouviu ou não ouviu um “não”?

    O cara é foda, hein?

    Paguei pau!!!

  2. hehehehe

    Donna, me diz uma coisa: quantos anos você tem? Porque, da mesma forma que você tava sentindo falta de um homem com pegada e tals, eu sinto falta de uma mulher de verdade, que saiba o que quer, entende? E me parece que mulher assim são só as mais velhas, de uns 28 pra cima.

    Digo isso porque as mulheres com quem tenho saído, por volta da minha idade, 25, são todas menininhas.

    Esta última, com quem tenho saído, logo no primeiro encontro já me veio falando “Mas será que não tá muito cedo? Estamos indo rápido demais blablablá”. Mew, ninguém aqui falou em namorar! Você tem uma buceta; eu tenho um pau. Ora, então vamos curtir, pô! Mas não, a mina fica de cu doce.

    A quarta mina que comi também era assim. Só na sexta vez em que saímos é que ela me deu. E a bisca ainda tem o pensamento lá no século XIX. Fala-se tanto em mulher moderna, independente, blablablá, mas a mina nem se oferecia pra pagar os rolês — não tô falando que se ela se oferecesse, eu não iria pagar; pago e com gosto, como a Quinta, pra quem pago tudo (mas ela se oferece…).

    Homem tem que ter pegada? Definitivamente. Mas mulher também. Tem que ter atitude, personalidade.

    Acredito que haja tanto uma crise em ser homem quanto em ser mulher.

    Em ser homem porque hoje se preza o homem gentil, generoso, cavalheiro, que vence uma discussão com as palavras e não com agressividade, que ajuda a esposa em casa, que cozinhe e todas aquelas balelas vendidas na mídia. Mas na prática as mulheres querem curtir com o cara fodão, com o cara comedor, com o canalha. É como se fosse assim: elas idealizam (é este mesmo o verbo) o beta pra casar, mas querem curtir a vida com o aventureiro do alfa. E a crise se instala justamente aí, porque um beta como eu vê na teoria uma coisa e na prática coisas completamente opostas.

    Em ser mulher porque elas continuam tendo um ideal de homem, o de príncipe encantado, o do mocinho da novela, que não existe. Continuam achando que mulher só pode transar se tiver um relacionamento sério (vide meus exemplos acima, que acredito não serem casos isolados…); não podem querer ter um prazer momentâneo, com o cara que acabaram de conhecer em qualquer lugar. Parece que ainda o sexo está muito ligado ao pecado cristão. E claro ao que a sociedade pensa, né? Afinal, pra esta, mulher que dá muito é puta. Puta besteira!

    Aí junta a crise do homem com a crise da mulher e como resultado há uma crise maior em que um não entende o outro.

    Não é pra ter pegada? Beleza. A lição tá aprendida. Mas quando fui lá, a mina ficou de doce. E aí?


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