Quando a esmola é grande, o santo desconfia

Estava jantando num restaurante a beira-mar e na mesa ao lado havia um grupo de travestis.

Alguns pareciam realmente serem  mulheres, de tão bonitos e bem produzidos que eram.

Em um determinado momento, um deles levantou-se e foi à porta para fumar.

De olho naquele ‘mulherão’, um espertalhão que passeava pelo calçadão atravessou a rua e veio conversar com sua ‘presa’ sem pestanejar.

Detalhe: o cara era uó de feio e não tinha absolutamente nada demais.

Mas não é que aquele ‘mulherão’ sorriu pro feioso toda simpática e aceitou lhe dar seu número de telefone prontamente para que pudessem marcar algo mais íntimo, só entre os dois?

Ao conseguir o que queria, o cara, feliz da vida, deu um beijinho bem perto da boca da traveca, virou-se e foi embora com o sorriso que ia de orelha a orelha.

Eu morri de rir só  de pensar no que aconteceria quando ele finalmente saísse com a ‘moça’…

Gente, quando a esmola é grande, o santo TEM DE desconfiar.

A menos que esteja a fim de cair numa roubada daquelas.

Ditados como esses não existem à toa…

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