INCRIVELMENTE REAL: Eu comi o Wagner Moura

Fui ao Rio para alguns compromissos profissionais.  A viagem, decidida de última hora, ocorreu numa semana em que os hotéis da zona sul estavam lotados por conta de um evento que rolava na cidade.

Resultado? Me enfiaram no Intercontinental de São Conrado, que fica na chamada ‘Faixa de Gaza’, uma das regiões com maior índice de criminalidade da cidade. De um lado, Manguinhos, Mandela e Parque Arará. Do outro, o Complexo do Alemão.

Ao sair do elevador no térreo,surpresa: dei de cara com o Wagner Moura!

A sensação foi esquisitíssima. Embora eu ache que tenha durado menos de 3 segundos, nossos olhares se encontraram e foi como se tivéssemos interagido por muito tempo.

– Nos entendemos, pensei.

O meu dia transcorreu conforme o previsto. Só no fim da tarde ocorreu algo inesperado: a amiga com quem ia me encontrar para jantar cancelou o nosso encontro.

– Vou aproveitar para voltar cedo para o hotel e curtir o SPA de lá, decidi.

Mal sabia o tratamento que eu estava prestes a receber….

Ao chegar no quarto, notei uma rosa vermelha e um bilhete em cima da cama. Fiquei impressionada com a dedicação e a gentileza do serviço de quarto e fui curiosa abrir o envelope.

“Impossível negar que tivemos um encontro nesta manhã. Posso sentir o seu perfume até agora e não paro de pensar no que seus olhos brilhantes pensavam enquanto eu te olhava. Quero estar contigo ainda hoje. Estou no quarto 169. W.M.”

Abri a porta e ele logo me empurrou para dentro.

– Quieta e mãos na parede!

Com força, me empurrou contra a porta fechada.

– A senhorita está escondendo o que? Deixa eu ver, deixa eu ver!

Enquanto falava, habilmente começou a percorrer meu corpo com as mãos, me apalpando como se estivesse me revistando.

– Cadê o bagulho? Não adianta esconder que eu vou achar. Diga logo, onde está?

– Não tenho nada! Eu juro!, disse quase chorando, já totalmente dentro daquela fantasia maluca.

– Tu vai é apanhar, isso sim, vagabunda, murmurou ele, bem perto do meu ouvido. Tu vai é levar uma surra de cacete.

Minhas pernas amoleceram. Quase desmaiei… Não acreditava que aquilo estava acontecendo…

Presa contra a parede, podia sentir o volume entre as calças dele.

Ele enfiou uma mão por baixo da minha blusa e rapidamente alcançou um dos meus seios.

Leia a história completa!

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Surra de bunda

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